sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Quando

O olhar expeler a clareza do brilho da mente
A saúde se encontra naonde? no ar?
E a cura de toda infermidade? nas mãos dos médicos?
Eu acreditava que estava nas mãos de Deus
Ele tem palmas? e você bate palmas para ele?
Seguro um cigarro entre os dedos
E nenhuma cura, poderá curar e tirar a escuridão do meu pulmão
Peste negra, eu fui tomado por uma benção

Quando acreditei que existia, eu desisti
Quando pensei que haveria, eu larguei fora
Quando eu enxergei, quis perder todo o meu paladar
Quando perdi a razão, dei toda positividade nas suas mãos
(Quando amei) tudo isto foi quando eu amei

Olhar no espelho e enchergar claramente nele
Vilões e demonios, são minha rotina
Deus, demonios ,quem for que seja
Me deu na mente memórias
Meus dedos sentem elas como lembranças
Lembram das curvas do seu corpo, meus olhos, meus dedos
Mas minhas lembranças estão morrendo
Quem está matando minhas lembranças?

Não quero morrer, pois já estou morto

Nenhum comentário:

Postar um comentário