Eu matei todos os imponentes existentes na minha reta
liberte-se, e faça esses filhos da puta pagarem consigo mesmo
deixa-me dizer, matar e seguir é minha lei
pintar as paredes do quarto de rosa já me é cliche
faze-las negras de piche é tão comico, irreal
eu cuspo e o verde na aprede da um tom tão lindo
quem quer esta mancha por pequenas premiliminares?
Eu sou a agua da sua boca, sou o seu sangue
Sou a caixa de papelão, jogada e arrastada pelo vento
vivo nos becos da cidade fria e sombria
é meu lar, é minha vida, meu doce encanto, meu prazer
sou um monstro quando a chuva despenca
viro lama, me junto a areias, ratos, papeis
foi a distração de pequenos fragmentos que me fez vir a tona
por quem eu digo? por que eu vivo? eu vivo?
vivo pelas minhas mãos vermelhas
Eu sou a agua da sua boca, sou o seu sangue
Eu fico nervoso, irritado, incontrolavel, retardado, insolene
quebrei meus ultimos ossos restantes, e orei por ti
sua lagrima pingou no meu rosto, você me sujou
com a sua maldita lagrima, eu me obrigo a isto
eu pensei que existe a minha necessidade de auto-obrigar
Ela não é real, eu não posso fazê-la real
Enfie uma bagueta nos seus timpanos e sorria sangrando por mim!
Nenhum comentário:
Postar um comentário