Mas uma vez , acordo assustado pela madruga
Com suor no corpo e todo aquele espanto estampado na cara
Porque tudo isto me vem em lembrança?
Deviam ta junto com as flores em cima do caixão, sentindo uma esperança
Tomo remedio pra acalmar esta depreção
A neorose bate no meu portão
Eu não deixo entrada, e muito menos saida
É como flores de plastico nunca morrem,
Porém nunca tiveram vida
Sigo pelas ruas sujas e frias
Sentindo esta saga, de calçada em calçada
Vendo meu futuro traçado, em cada parede rabiscada
Mais não, não é realidade, você tem o poder da sagacidade
De saber que aquilo é apenas um sonho
Não diflui meu beim, da realidade entre os pranto
Mostrados na face, de quem perde uma vida
Mas se reparar a vida é que perdeu sua face
Depois da sua partida tudo se perdeu ao meu redor
Me sinto um lobo solitario, me sinto só
Abro o diario que se escrevia, e as palavras suas me fez acreditar
Que um dia isto aconteceria
Mesmo assim, ainda penso na promessa
Quando eu te fiz, enguanto olhavamos a chuva pela janela
Você não queria perde um corpo, eu não queria lhe causar tanta dor
E agora que tudo isto se foi, tudo se foi oque eu te guardei
Então po céu ou pro inferno, minha passagem eu reservei
A chuva fina sobre meu capuz, diz que devo ceder
A escuridão me seduz, a solidão me conduz
E a vontade é nula, me vejo num alto de uma ponte
Com o diabo sussurrando: "Pula, Pula!"
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