segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Eu fui embora (da amargura) e eu retornei ( do céu)

De tanta clareza, a tanta frieza
sabemos muito, e tão pouco sabemos nada
é o beijo doce, ao amargo engolir de um choro
minha cabeça se aglomera de tantas ideias
meu corpo se movimenta em um rotina idiota
estressante, mais aquilo se alto se descontrola
e eu me controlo, sorrisos? olhares?
porque eu preciso realmente fazer isso acontecer
enquanto você quer viver, sentir, apreciar
vamos correr, cair e rir, gargalhar
poder sentir a briza, sem estar brisado e fazer a briza
sentir isso, isso é tão lindo
quantas vezes pensou em mandar eu ir embora?
quantas vezes pensei depois de atitudes precipitadas?
quantas vezes? me diga quantas vezes superamos a afronta
e o que supera esse bloqueio, é o nosso amor
quando eu me sinto pequeno
é quando meu cérebro é pesado, e movido a imaginação
quando eu me sinto bobo
é quando eu vejo você sorrindo da minha risada
porque é você, move a dor, traz amor
de um talento nato de ser durona
ao olhar mais frágil que sabe ter
quando o mundo não compreende o que somos, estamos unidos
e unidos estaremos, seja a cada erro sempre há um aprendizado
vamos errar e viver, vamos aprender e amar. Eu te amo e amo vermelho!
 

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