O homem que caminha com a angustia predominada em seu peito
absorve, conduz sem luz, sentindo o peso da cruz
a maldade que propaga, todo processo não pago da sua divida eterna
o consciente abraça ideias não celestiais, malignos até demais
sua estrutura desaba, a psicose é mais amarga e nunca acaba
a fumaça ele traga, pela privacidade acumulada com as pragas
a vida é louca né se não for convivida? louca mesmo é a vida
mais louca que a visão de um Freud, cogitando a abstinência desta senóide
ao intuito maldoso do bode, a serpente pronta para o bote
exalar vontade de matar, sem perdoar a quem poderia se comparar
com a inoscencia de um ser a seu sangue derramar
quando a escuridão lhe ronda, pra enfermidade você tomba
e toma conclusões capazes de lhe deixar em coma
gravidade lirica exposta aos olhos, de um "eu" que caminha com fé e hematomas!
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